Folha de Pernambuco
Segundo George Valença, professor da UFRPE, pesquisador da UNESCO e coordenador do laboratório ASPAS, esses dispositivos aprendem por meio da coleta e análise dos dados gerados durante o uso.
“Uma boneca inteligente pode registrar perguntas feitas pela criança e identificar interesses e preferências. Já um robô em formato de pet pode utilizar câmeras e sensores para compreender aspectos da rotina e do ambiente em que ela vive”, explica. Entre os dados coletados estão voz, imagens, localização e histórico de interações, que podem ser armazenados na nuvem.