Brinquedos com IA podem coletar dados sensíveis e influenciar comportamento infantil, alerta estudo

Jornal do Commercio PE por Mirella Araújo

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Secretaria Nacional de Direitos Digitais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública recomendou a apuração formal das irregularidades identificadas.

Responsável pela consultoria especializada contratada no âmbito do projeto Direitos do Consumidor na Sociedade do Conhecimento, o professor do Departamento de Computação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), George Augusto Valença Santos, explicou que o Brasil conta com uma estratégia nacional de inteligência artificial, o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), e que o grupo é responsável pela elaboração de uma diretriz setorial voltado à infância e à adolescência nesse contexto.

“Você pode ter um bichinho de pelúcia que não apenas repete frases, mas que possui um modelo de IA generativa, um modelo mais avançado e sofisticado. Então, ele interage e faz pesquisas na internet. Você pode ter um tablet específico para esse público, um robozinho social que simula um animal de estimação”, afirmou George, em entrevista à coluna Enem e Educação.

 

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